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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Quem não pode entrar no Simples Nacional?



O Simples Nacional (ou Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) é bastante vantajoso para as pequenas e médias empresas do país, pois possibilita o seu desenvolvimento econômico de uma forma mais simples e com menos encargos. Mas, é preciso ter cuidado no momento de optar pelo regime, pois nem toda atividade poderá beneficiar-se desta forma de tributação.
O artigo 17 da Lei Complementar nº 123/06 lista uma série de atividades e situações que, em razão das suas complexidades ou particularidades, não podem se beneficiar do Simples Nacional. Veja abaixo alguns exemplos:
  • Assessoria ou gestão de crédito
  • Transporte intermunicipal e interestadual de passageiros
  • Geração, transmissão, distribuição ou comercialização de energia elétrica
  • Importação e fabricação de automóveis e motocicletas
  • Importação de combustíveis
  • Produção ou venda no atacado de bebidas e cigarros
  • Atividade intelectual
  • Intermediação de negócios
  • Cessão ou locação de mão-de-obra
  • Consultoria em geral
  • Loteamento e incorporação de imóveis
Há exceções, no entanto. Para saber se uma determinada atividade pode ou não se enquadrar no regime do Simples Nacional também é importante verificar se o caso não corresponde a alguma das exceções previstas.
Por outro lado, além do impedimento em relação a atividade, a participação no Simples Nacional encontra outras proibições previstas na legislação que devem ser igualmente checadas antes de se optar pelo regime.

Fonte: Exame PME

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Delivery de cerveja Disque Gelada lança plano de franquias


São Paulo – Após 10 meses da criação do Disque Gelada, um delivery de bebidas localizado na capital paulista, a empresa anuncia o lançamento do plano de expansão por meio de franquias. “Queríamos crescer, mas não conseguiríamos abrindo unidades próprias”, afirma Adriano Lima, um dos fundadores da empresa.
A meta é fechar o ano com duas franquias na cidade de São Paulo e, entre dois e cinco anos, a expectativa é chegar a 15 unidades franqueadas. De acordo com Lima, no médio prazo, só a cidade do Rio de Janeiro deve receber franquias da marca, fora o estado de São Paulo.
Os franqueados terão que ter funcionários fantasiados de heróis, os Breja Boys ou Breja Girl. Hoje, o cliente pode pedir produtos como cerveja, carvão e baralho por meio da internet, das redes sociais e do telefone.
O investimento inicial de uma franquia da marca é de 25 mil reais e é necessário de 2 a 3 mil reais para capital de giro nos primeiros quatro meses. O prazo de retorno é estimado em até 12 meses.

Fonte: Exame PME

Franquia Chopp Brahma Express fatura R$ 120 mil



São Paulo – A Ambev está empenhada em fazer crescer sua rede de franquias. Com mais de mil unidades de cinco marcas, a empresa oferece oportunidades de 30 mil a mais de 500 mil reais. Para Francisco Prisco, diretor de novos negócios da Ambev, a marca Nosso Bar, com investimento de 30 mil reais, é a principal aposta da empresa neste ano. “Nós fornecemos equipamentos, treinamento, promoções constantes e gestão com visitas mensais de consultores”, explica.
Outra opção é o Chopp Brahma Express. Neste formato, é possível oferecer um serviço de delivery e entregar o chope na casa dos clientes ou em eventos particulares. A taxa de franquia é de 100 mil reais e o faturamento médio, 120 mil reais. O empreendedor paga ainda royalties e fundo de promoção.
Investimento inicial: a partir de R$ 300 mil
Prazo de retorno do capital: 24 meses

Fonte: Exame PME

8 famosos que empreendem e investem em startups



São Paulo – Eles são lindos, ricos e estão preocupados em usar bem o dinheiro. As novas celebridades empreendedores estão destinando seu caro tempo para investir em startups – especialmente de tecnologia – ou abrir seus próprios negócios.
A lista, elaborada pela revista Forbes, faz parte do ranking divulgado hoje com as 100 celebridades mais influentes do mundo. Entre os famosos da lista, está Ashton Kutcher, que já colocou dinheiro em mais de 40 startups através do seu fundo A-Grade Investments.
Outra beldade empreendedora é Jessica Alba, que fundou uma startup de produtos para bebês e crianças que não agridem o meio ambiente e são seguros para a saúde dos pequenos.
Ashton Kutcher: o ator faz parte de um fundo de investimento e já colocou dinheiro em empresas como Spotify e FourSquare.
Jessica Alba: a atriz, mãe de dois filhos, criou a The Honest Company, que faz produtos verdes para crianças, e já recebeu um aporte de US$ 27 mi.
Justin Bieber: o ídolo teen colocou dinheiro em startups do Vale do Silício, como o Spotify
Selena Gomez: a cantor e namoradinha de Justin Bieber participou do investimento de um app chamado Postcard on the Run.
Steve Nash: o jogador da NBA já investiu em várias empresas de esporte, como a Liquid Nutrition.
Zooey Deschanel: a atriz se juntou a dois amigos para criar o site hellogiggles.com.
Tobey Maguire: o ator fez parte de um grupo de investidores que aportou capital na startup Mobli.
Fergie: a cantora tem participação em vários negócios, como uma marca de vodca com baixa caloria.

Fonte: Exame PME

Xuxa lança franquia de buffet infantil



São Paulo – A apresentadora Xuxa Meneghel e o grupo franqueador SMZTO Participações anunciaram uma parceria para a criação da franquia de salões de festas infantis Casa X. A apresentadora estava negociando a união desde outubro do ano passado
De acordo com a empresa, a primeira unidade deve ser aberta na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, ainda neste ano. Este é um modelo de negócios ainda pouco explorado no mercado de buffet infantil e o grupo calcula a abertura de 300 franquias nos próximos cinco anos.
As unidades, que levam a marca Xuxa, terão parque de diversões, animadores de festas e serviço de alimentação. A decoração das festas poderá ser personalizada pelos clientes.
Hoje, a holding SMZTO controla mais de dez marcas de franquias, como Instituto Embelleze, OdontoCompany e Praquemarido, somando 500 unidades no país. O valor de investimento inicial e o prazo de retorno da franquia não foram divulgados pela empresa.

Fonte: Exame PME

6 pequenas empresas que faturam com o UFC



Mais popular que o box

São Paulo – Um esporte antes marginalizado que caiu no gosto popular e hoje reúne milhares de pessoas em volta de um octógono. As artes marciais mistas, conhecidas como MMA e popularizadas pelo Ultimate Fighting Championship (UFC), atingiram uma popularidade semelhante ao box, porém ganham no quesito sucessos. Enquanto a participação brasileira no box sempre foi tímida, o MMA conta com grandes nomes e muitos brasileiros no ringue.
O auge veio com a denominada “luta do século”, em fevereiro do ano passado, em que Anderson Silva nocauteou Vitor Belfort, em um confronto que durou apenas três minutos e 25 segundos. Desde então, a luta, um misto de diversas modalidades de artes marciais, começou a ganhar espaço nas televisões em noites de sábado, quando ocorrem os confrontos do UFC, bem como em academias, que atraem cada vez mais alunos.
A novidade é que, antes procurado por lutadores com alguma experiência em outras modalidades, o MMA hoje leva iniciantes, com nenhuma prática em artes marciais, às aulas específicas. Existe de tudo no mercado. Algumas academias se focam apenas em treinar atletas profissionais, mas há espaço para amadores, que podem aprender as técnicas sem ter nenhum contato físico. Por isso, em muitos lugares é possível encontrar até mulheres e adolescentes treinando MMA. A melhora no condicionamento físico, na resistência e no alongamento são atrativos, além da possibilidade de queimar até 1,5 mil calorias em uma hora e meia.
Há espaço, ainda, para produtores de materiais para esportes de impacto que garantiram um crescimento nas vendas após a popularização do esporte. Veja a seguir seis pequenas empresas que têm se beneficiado dessa nova onda esportiva.

Forcefield

Uma pesquisa de mercado mostrou à dentista Nathalie Mikellides que não havia protetores bucais de qualidade fabricados no Brasil. A partir daí, com a ajuda de um investidor-anjo, a empresária desenvolveu o produto. “Temos o mesmo princípio do vidro à prova de balas, só que com várias camadas de uma liga específica”, explica.
O valor de um desses produtos, que protegem contra fortes impactos no rosto e ainda podem ser personalidos, varia de 139 a 365 reais. São mais de 200 dentistas parceiros em todo o país que fazem o molde da boca do atleta – quando o cliente faz o pedido no site da Forcefield, recebe o endereço e os contatos do profissional mais próximo – e enviam para a fábrica, que leva cerca de 10 dias para entregar o protetor.
Após o primeiro UFC no Rio de Janeiro, em meados de 2011, Nathalie destaca um aumento de 20% nas vendas. “Mas o crescimento é contínuo, especialmente após conseguirmos ser o protetor oficial do reality show da Globo”, conta a empresária, referindo-se ao The Ultimate Fighter, em que duas equipes disputam um contrato com o UFC.

Spank

Com mais de 100 produtos associados a luta, a Spank completa três anos no mercado em 2012 com um número expressivo em vendas. "Hoje meu maior problema é não ter produtos suficientes para atender a demanda do mercado”, destaca o fundador Ricardo Santana. Os itens mais vendidos são luvas, protetores bucais e bandagens.
A empresa foi criada em 2009 pelo também proprietário da MMAShop, especializada em venda de artigos de luta online. Santana acredita que esse é um mercado em franca expansão, porque está deixando de ser estigmatizado. “Estamos deixando de ser um nicho para sermos um lifestyle. Esse é, inclusive, o slogan da nossa marca."
Além dos artigos mais conhecidos em lutas, também compõem a linha da Spank camisetas, shorts, bonés, chaveiros e até kits infantis, com um mini saco de pancada e uma luva de boxe.

MMAShop

Além de ofertar produtos para lutadores de diversas modalidades, entre elas o MMA, o MMAShop oferece a possibilidade de alugar ringues e octógonos para lutas. Entre os materiais disponíveis, a loja online oferece os produtos necessários para prática de qualquer esporte de combate e trabalha com mais de 30 marcas. Há desde shorts, protetores bucais, luvas e bandagens, passando por sacos de pancada e chaveiros.
O proprietário da empresa, Ricardo Santana, sempre foi um apaixonado e praticante de artes marciais. Após enfrentar muita resistência em casa, por conta do preconceito pelo esporte, hoje ele é também consultor para equipamentos do UFC.
Santana destaca que, após a chegada do UFC no Brasil, as vendas começaram a fluir com mais facilidade. “Antes ser lutador era algo estigmatizado, associado à marginalidade. O grande público começou a aceitar com bons olhos e logo o esporte e o estilo de vida do MMA fará parte da cultura brasileira”. As vendas triplicaram nos últimos dois anos.

Academia Versus Fight Club

A popularização do MMA alcançou várias academias que se dedicavam a artes marciais. Uma delas, a Versus Fight Club, viu a procura dos alunos pela aula crescer 40%. Esse aumento começou a ser notado no último ano, impulsionado pela luta que consagrou o esporte no país, entre Vitor Belfort e Anderson Silva.
Segundo um dos sócios da academia, Fernando Rocha, o que mais surpreende é o interesse de pessoas sem nenhum histórico com lutas. “Antes, o aluno de MMA já praticava alguma outra arte marcial, mas agora a procura é, inclusive, de quem nunca treinou”.
A aula recreativa de MMA tem 1h30 de duração e, com o condicionamento máximo, pode queimar até 1,5 mil calorias. A mensalidade custa 130 reais e a turma, ainda única, tem 17 alunos. “Todos os dias tem gente que vem assistir a uma aula ou participar experimentalmente”, conta Rocha que avalia a abertura de outra turma da modalidade. Além da turma recreativa, a academia patrocina 4 atletas que treinam profissionalmente.

Pretorian Hard Sports

Há 45 anos no mercado, a Pretorian desenvolve e fabrica equipamentos para esportes de contato que visam melhorar o desempenho do atleta. As linhas são dividas para atender diversos níveis de utilização, desde atividades recreativas até treinamentos de alto desempenho para profissionais.
Os produtos são feitos em 10 fábricas no Brasil. Alguns itens são trazidos da Ásia. Hoje são mais de 4 mil pontos de venda em todo o país. Entre os produtos mais vendidos estão sacos de pancada, luvas e aparadores de chute.
Segundo a empresa, o UFC tem impulsionado o crescimento do MMA no mundo e isso abre caminho para as empresas que atuam no segmento. Em meio à popularização do esporte, a empresa mantém um ritmo constante de crescimento há quatro anos.

Rudel

No início das atividades, em 1991, a produção era de acessórios civis e paramilitares. De lá pra cá, a empresa praticamente revolucionou sua atuação, primeiro ao incorporar a produção de acessórios de fitness e depois, em 2007, ao entrar no segmento de lutas. “Vamos lançar ainda mais produtos voltados ao MMA. A ideia é aproveitar essa onda”, destaca o presidente da Rudel, Mario Garcia.
As luvas de combate para box e MMA estão entre os produtos mais vendidos. A comercialização ocorre ou via atacado, por meio de representantes, ou pelo próprio site da empresa.
Após a incorporação da linha fight, a empresa apresenta um vertiginoso crescimento. Só no ano passado, quando o MMA começou a virar febre nacional, a Rudel lucrou 36,24% a mais do que em 2010. Parta esse ano a expectativa é de um crescimento também na casa dos 30%.

Fonte: Revista Exame PME

Livro-caixa: entenda qual a vantagem de utilizá-lo na declaração de IR


A declaração do IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física), apesar de anual, sempre gera muitas dúvidas nos contribuintes, especialmente entre aqueles que possuem o próprio negócio, os chamados trabalhadores autônomos.
Entretanto, de acordo com especialistas ouvidos pelo portal InfoMoney, o livro-caixa pode dar uma boa ajuda na hora de estes trabalhadores prepararem a declaração.
De acordo com a gerente de tributos da Fiscosoft, Vanessa Miranda, o livro-caixa permite ao contribuinte a dedução de um quinto das despesas mensais relacionadas com o negócio. Nele, podem ser descritos os gastos de energia elétrica, aluguel, água, telefone e material de consumo ligados à atividade do negócio.
Assim, lembra Vanessa, “o contribuinte deve arquivar com cuidado todos os documentos comprobatórios de tais gastos”, visto que a Receita Federal pode, eventualmente, requisitá-los.
Quem deve declarar?
A gerente de auditoria da PP&C Auditores Independentes, Maria do Carmo Araújo Cruz, lembra que a utilização do livro-caixa é facultativa. Porém, diz ela, seu uso, além de resultar em dedução no IR – o que é vantajoso para o contribuinte – facilita a declaração.
No mais, lembra ela, o livro-caixa só pode ser utilizado por quem trabalha por conta própria em uma profissão regulamentada, sendo que a pessoa deve estar exercendo a atividade de forma legal.
Maria ressalta ainda que, embora muitos trabalhadores autônomos sintam-se tentados a não declarar o imposto de renda, todos aqueles que possuem proventos acima de R$ 23.499,15 anuais devem fazê-lo, para evitar dores de cabeça com a Receita no futuro.
“A Receita Federal, através das contas bancárias, pode identificar que o contribuinte não declarou e multá-lo. Caso o valor do limite que é obrigado a declarar não seja renda, a pessoa física terá que justificar e provar, para não ser obrigada a recolher o imposto e pagar a multa”, finaliza.

Fonte: InfoMoney

3 formas de fazer sua empresa crescer



São Paulo - Lançada em 1982, a marca brasiliense Marietta Sanduíches e Saladas nasceu com a intenção de servir pratos leves, sucos naturais, tudo bastante prático e rápido. Doze anos após a primeira loja, a vontade de expandir falou mais rápido. Por isso, a marca resolviu criar o Marietta Café e Restaurante, conforme conta um dos sócios da empresa Rafael Costacurta.
A intenção de ampliar a participação no mercado fez da nova marca uma extensão da primeira. O cardápio, semelhante ao da lanchonete, também conta com opções de sanduíches quentes, massas, risotos e buffet de almoço. Longe de estar satisfeito, Costacurta diz que, para crescer ainda mais, o grupo Marietta lançou, em 2000, a hamburgueria Marvin.
Além de expandir a marca, a rede abriu a possibilidade de franquear a lanchonete Marietta em 1997, e já tem unidades em Belo Horizonte, Fortaleza, Salvador, Ribeirão Preto e Cuiabá. Além de novas lojas, o grupo traça outras estratégias para este ano. “Também devemos criar uma marca nova aqui em Brasília”, destaca Rafael sem revelar detalhes da novidade.
É hora de crescer
Ao longo de 30 anos no mercado, o Marietta condensou as principais formas de expansão de uma empresa. Segundo especialistas, ampliação dos produtos oferecidos – no caso do grupo, isso ocorreu com o lançamento de outras marcas – e atuação como franquia estão entre as possibilidades para ganhar mais mercado.
De acordo com o especialista em compra e venda de empresas da Sunbelt Business Broker, Batista Gigliotti, uma marca deve buscar ampliação ao perceber que já esgotou suas possibilidades no mercado em que atua. “Procurar novos horizontes é sempre importante, mas não se pode esquecer que isso exige uma melhor capacidade gerencial", alerta Gigliotti.
Para a professora do núcleo de empreendedorismo da ESPM Rose Mary Lopes, não há um formato mais adequado para crescer. “Depende do que o empreendedor percebe do mercado. Tem que conhecer bem a clientela, a distribuição e os concorrentes para entender as brechas e saber a melhor forma de atuar", explica. Confira quatro formas de ampliar a participação de sua empresa no mercado:
1. Vire franquia
Gigliotti lembra que o franchising teve início na década de 30, após a crise de 1929, como uma forma de conseguir levar negócios a regiões ainda inexploradas. Segundo o consultor, essa é uma forma eficiente de ganhar mais mercado. No entanto, para apostar neste formato é preciso estar consciente da necessidade de criar novas estratégias. “Tem que entender que, a partir do momento que tem uma franquia, passa-se a ter um novo cliente, o franqueado”, ressalta o especialista.
2. Compre unidades prontas
Segundo a professora da ESPM, ampliar geograficamente a atuação da empresa também é uma opção de expandir os negócios. Essa é uma forma prática por já se saber o que esperar do ponto comercial. “Já tem clientes estabelecidos assim como é possível saber histórico do local”, acrescenta Gigliotti.
Apesar das facilidades, esse modelo exige ainda mais cuidados.  "Essa pode ser uma forma mais rápida, no entanto, vai exigir uma avaliação de quanto será necessário modificar física e estruturalmente e na equipe”, ressalta Rose Mary Lopes. "Não é apenas uma questão de converter a bandeira, mas de criar uma sintonia do local e dos funcionários com a cultura da sua empresa", avalia Gigliotti.
3. Amplie seu portfólio
O executivo da Sunbelt lembra que inovar é sempre uma possibilidade para se destacar. “Criar novos produtos e diversificar a linha de serviços é sempre interessante”. Apostar nessa forma de expansão exige que o empresário já tenha dentro da empresa essa filosofia, com grupos dedicados a estudar as novidades do mercado.
Uma boa forma de estar mais presente na vida dos clientes é, na opinião da professora de empreendedorismo, verificar o ciclo de atividade dos consumidores. “Pode-se ver o que ele precisa antes ou depois do serviço prestado inicialmente e passar a oferecer essas facilidades a eles”, diz Rose.

Fonte: Revista Exame PME

Como saber se um cliente é rentável para a empresa?



Como saber se um cliente é rentável para a empresa?Respondido por Dalton Viesti, especialista em gestão
Um das perguntas mais frequentes no mercado é como identificar se seu cliente vale a pena e se ele é rentável para sua empresa. Alguns acompanhamentos deverão ser feitos para torná-lo rentável e mantê-lo em sua carteira de clientes ativos.
Identifique internamente quais são os seus produtos mais rentáveis dentro do portfólio. Verifique a capacidade de compra de seu cliente, principalmente nestes produtos mais rentáveis e descubra qual é a média de compras mensais dele.
Verifique o tempo de reposição de pedidos, quantos produtos saem por mês e saiba se ele tem o potencial de consumir os produtos mais rentáveis. Calcule sempre a rentabilidade média de cada compra.
Se o cliente compra os produtos mais rentáveis, saiba qual é a participação dele no total de vendas deste produto. Verifique também o quanto ele é ou pode tornar-se multiplicador de seus produtos e marca.
A perfeita administração de seu cliente poderá levá-lo a ser cada vez mais rentável e satisfeito com a qualidade geral de seu produto e serviço.

Fonte: Revista Exame PME

Como administrar as saídas do fluxo de caixa?



Faz parte da tarefa de quem cuida das finanças controlar o fluxo de caixa

Como administrar as saídas do fluxo de caixa?Respondido por Antonio Paulo Terassovich, especialista em crédito
Os administradores financeiros devem ter bem formalizado o processo de estruturação do fluxo de caixa da empresa. Esta tarefa não pode ser esquecida em hipótese alguma. As empresas até podem viver alguns períodos sem lucro, mas não sobrevivem longos períodos sem caixa.
De forma simplificada, o fluxo de caixa é basicamente constituído de duas partes: entradas e saídas. Hoje o assunto é voltado para as saídas de caixa. Na linguagem financeira existem quatro itens onde podem ser alocadas as saídas: aumento de qualquer ativo, como compras para manter o estoque adequado ou uma máquina nova; redução de um passivo, como o pagamento de uma conta de luz, água, ou mesmo fornecedores; prejuízo líquido, quando as depreciações não forem superiores a este valor; e pagamento de dividendos ou recompra de ações.
Para o caso das pequenas empresas, o foco deve ser nos dois primeiros itens e analisar as saídas sob os aspectos do comportamento desses valores, que podem ser divididos em dois grandes grupos: custos fixos e variáveis.
Os custos fixos são aqueles que existem mesmo que a empresa não venda nada. Eles costumam ser mensais e incidem constantemente. Já os custos variáveis são aqueles que flutuam para cima ou para baixo de acordo com o volume de vendas da empresa ou alguma decisão de aumento de estoques, por exemplo.
Para cada um deles o tratamento deve ser diferenciado, pois os primeiros, os fixos, o administrador deve ter um levantamento e periodicamente controlar suas variações. O segundo tipo, os variáveis, devem ser coletados a partir das estimativas de produção e vendas da organização e normalmente variam todos os meses.
Tenha uma planilha com esses dados e monitore, analise e corrija os números a cada semana, pelo menos.

Fonte: Revista Exame PME

8 erros que os empreendedores devem evitar



Ignorar a concorrência, não sabe lidar com a equipe e misturar as contas pessoais e profissionais são problemas graves na gestão

São Paulo - Ter fluxo de caixa, controlar o estoque, saber lidar com funcionários e cuidar do marketing da empresa. Alguns itens de gestão e controle de uma empresa praticamente já fazem parte do senso comum. Essas e outras dicas de administração são temas recorrentes de palestras e livros.
Especialistas afirmam, no entanto, que apesar de ser de conhecimento geral, esses erros são muito comuns entre micro e pequenas empresas. Como lidar com eles? Para o professor de economia da ESPM José Eduardo Amato Balian, um plano de negócios detalhado pode prever mais da metade dos problemas que uma empresa vai enfrentar e ajudar a solucioná-los.
Confira os equívocos mais recorrentes entre empreendedores que podem ser fatais para o negócio.
1. Achar que amigos são bons sócios
O professor de economia da ESPM destaca que a sociedade deve ser formada com alguém que compartilhe os mesmos valores e objetivo. “É essencial que, além disso, a pessoa seja complementar, por exemplo, um com formação técnica, outro melhor em gestão; um mais arrojado e outro conservador”. Embora a amizade facilite a inteiração, é importante ter intimidade profissional para poder acertar.
2. Não investir em marketing
Com a diversidade de opções existentes, os clientes vão recorrer a empresas com as quais se familiarizem e, para isso, é preciso divulgar. “Fazer propaganda não é só coisa para empresa grande. Tem que ser proporcional aos recursos e ao tamanho da empresa, mas deve existir”, diz o consultor do Sebrae/SP. Seja com panfletos, mídias sociais ou anúncios específicos, as pequenas empresas não podem contar com a sorte para atrair os consumidores.
3. Não ter reservas financeiras
Abrir a empresa precisando de um retorno financeiro imediato é uma grave falha. É preciso lembrar que existe um ponto de maturação até que o negócio passe a dar lucro. “Alguns iniciantes não têm reserva financeira para se sustentar até o alcance do ponto de equilíbrio, com uma necessidade iminente de viver e sobreviver dos resultados da empresa”, explica Carrer.
O professor de economia da ESPM lembra que a situação é mais corriqueira do que se imagina e pode comprometer todo o negócio. “Muitos empresários não dimensionam a necessidade de capital de giro. É comum começar o negócio e só depois verificar que o dinheiro demora mais para retornar e tem contas a pagar”.
4. Misturar contas física e jurídica
A falta de organização de muitos empresários na hora de gastar o dinheiro da empresa pode causar danos irreversíveis. “Mesmo quando a empresa já é lucrativa, a intensidade das retiradas e a falta de controle sobre o que é dinheiro da empresa e o que é gasto pessoal pode conduzir uma empresa saudável a um desequilíbrio financeiro irreversível”, aponta o consultor do Sebrae/SP.
5. Não controlar estoque
Hoje, por incrível que pareça, pode ser difícil encontrar uma pequena empresa que cuide atentamente do estoque e faça um controle na escala que deveria. Para ele, isso ainda é um desafio no ramo. “A depender do que se vende, é preciso fazer um inventário uma vez por dia, por semana ou, ao menos, por mês, o que implica um controle de estoque deficiente que pode se refletir em uma complicação nas contas a pagar e prazos”, indica o consultor.
6. Ter dificuldade em lidar com a equipe
À medida que o negócio cresce, a estrutura organizacional começa a exigir mais técnica e organização. “Gestão de recursos humanos pode ser um item de dificuldades comuns na empresa”, avalia Gustavo Carrer. Questões como remuneração, planos de carreira e processos de seleção e treinamentos merecem atenção.  “Sem buscar ajuda, o empreendedor costuma errar bastante na hora de contratar", diz.
7. Subestimar a concorrência
Para o consultor do Sebrae-SP, também é comum olhar para empresas semelhantes apenas sob o aspecto das deficiências, sem reconhecer o que o concorrente tem de bom. “Esquece-se de que a empresa que está há mais tempo no mercado estabeleceu relação com os consumidores. Pessoas já se acostumaram a comprar ali e já se acostumaram, inclusive, com as falhas do estabelecimento”. É importantante perceber a capacidade de ofensiva da concorrência, bem como de melhorar e consertar erros cometidos.
8. Desconhecer o mercado
Para Balian, é essencial fazem uma previsão de vendas para tentar errar menos. “Um estudo do mercado é importantíssimo, porque muitas vezes se vende menos do que se espera”. Segundo o consultor do Sebrae-SP Gustavo Carrer, é um erro comum entre quem está começando no mundo dos negócios acreditar em grande procura de produtos sem uma pesquisa prévia. “Muitos não têm noção do ponto de equilíbrio da empresa e acham que é fácil conseguir dinheiro. É um otimismo exagerado”, diz Carrer.

Fonte: Revista Exame PME

7 conselhos de franqueados de sucesso



Como se dar bem no franchising

São Paulo - Apesar de ser um mercado em expansão, com uma previsão de crescer 15% este ano, segundo estimativa da Associação Brasileira de Franchising (ABF), franquia não é garantia de sucesso. É preciso pesquisar muito sobre a marca de interesse, conversar com franqueados e também com quem desistiu do negócio. Além disso, ter compatibilidade com as diretrizes é essencial para o bom andamento da empresa.
A pedido de Exame.com, seis franqueados considerados promissores por suas redes deram dicas e conselhos para quem deseja entrar nesse mercado. Não se acomodar, investir na divulgação local da marca e entender a metodologia da franquia  foram algumas das estratégias seguidas por eles. Confira o que cada um deles ressaltou como indispensável na hora de gerir uma franquia.

Seja persistente

Não desistir diante das dificuldades foi primordial para o sucesso das 14 lojas que Fernando Carbonell tem da marca de cosméticos O Boticário. “Não se pode perder o foco mesmo quando existir dificuldade. Tem que resistir à tentação de voltar para o mercado de trabalho, insistindo e acreditando sempre”, avalia o empresário.
Segundo ele, estudar e conhecer o mercado em que vai atuar também é essencial. “Isso vai implicar na gestão de pessoas, processos e resultados”. Carbonell destaca, ainda, o respaldo da franqueadora, que passa segurança e confiança ao franquiado. “Franquia é um excelente negócio, desde que o franqueador tenha competência e comprometimento com seus franqueados, em um relacionamento parceiro.”

Vá além das orientações

Com 15 lojas em funcionamento em 3 estados nordestinos e previsão de inaugurar mais 20 unidades da SOS Profissional até o ano que vem, Pedro Alves Pereira da Rocha Junior apostou na inovação. “Como estávamos longe da franqueadora, cuja sede fica no Sudeste, começamos a caminhar com as próprias pernas e desenvolvemos ações e metodologias próprias de administração que nos proporcionou um desenvolvimento maior", conta.
Junior destaca que, para se adequar à realidade do Nordeste, precisou oferecer os mesmo serviços da rede SOS a preços mais baixos. Da mesma forma, o empresário adicionou serviços para que os clientes pudessem perceber o valor dos cursos. “Agregamos cursos adicionais, serviços de encaminhamento ao mercado de trabalho, desenvolvimento de sistemas operacionais e informatização interna”, explica. Segundo ele, alguma ideias acabaram inclusive sendo levadas para outras unidades da rede em outros estados.

Entenda a metodologia da franquia

A dica do franqueado da escola de idiomas CCAA José Lyra para quem pretende investir em franquias é entender bem a proposta da franquia. “É essencial saber o que a empresa pretende entregar a seus clientes, as estratégias e conjunto de ações utilizadas", ressalta.
Ele conta que sempre procurou seguir a proposta da franqueadora em suas duas unidades no Rio de Janeiro, abertas em 2002. “A CCAA é focada no resultado alcançado pelo aluno ao final do curso. Dando atenção a isso, temos vários alunos que se tornaram instrutores de ensino e que, ao concluir o curso, são contratados como professores", exemplifica.
Segundo explica, a escolha por não abrir mais unidades da escola deve-se a uma estratégia administrativa. “Em uma cidade grande, como o Rio de Janeiro, cada bairro tem suas peculiaridades e preferi focar nas duas áreas de influência onde me instalei inicialmente.”
Dono da ideia de oferecer um workshop de preparação para o processo seletivo da Disney, que contrata universitários para trabalhar nos parques temáticos durante as férias escolares, Lyra ressalta o sucesso. “Todos os anos, enviamos alunos e ex-alunos para participar desse programa.”

Elabore bem seu plano de negócios

O franqueado da Cacau Show Cleber Bairari, há oito anos na rede, destaca o plano de negócios como essencial ao empreendedor que está começando. “O pilar primordial seria a questão financeira, que deve ser planejada dentro do plano de negócios”, sugere.
Para o empresário, todo início de negócio exige um grande investimento e é importante que o empreendedor tenha capacidade financeira. “Quando entramos na Cacau Show, existia um forte preceito para que tivéssemos capital disponível e não precisássemos captar em nenhuma instituição financeira”, explica.
Bairari acredita que, além do cuidado com as ações de marketing e lançamentos, é necessário investir em bom atendimento. “Temos atendentes sempre disponíveis para ouvir ideias que os clientes sugiram. O bom atendimento é o que cativa o cliente e o faz retornar à loja”, diz.

Divulgue a marca

Logo que abriu sua primeira unidade da L’acqua di Fiori, em Francisco Beltrão, no Paraná, Adriana Dalponte investiu na divulgação da marca pela cidade. “Colocava uma placa na porta da loja com a frase “volto logo” e saía para vender de porta em porta, utilizando até um auto-falante”, lembra. O sucesso fez com que a empresária abrisse a segunda loja em Cascavel, no mesmo estado.
A aposta de levar produtos até os clientes e a divulgação visual da marca foram as apostas da empresária. “Hoje contamos com três veículos personalizados e  isso também nos trouxe o aumento de clientes e de revendedoras na região, fortalecendo cada vez mais a marca”, ressalta Adriana.
Ela acredita que o sucesso se deve mais ao trabalho em equipe do que a uma visão de futuro. “É resultado de equipes que trabalham felizes, amam o que fazem e se sente parte do negócio”, afirma a empreendedora que participa pessoalmente dos treinamentos de funcionários e aceita sugestões dos colaboradores "sempre que há algo a dizer.”

Respeite as características da sua região

Após 10 anos como funcionário do grupo Spoleto, Fabiano Lot decidiu abrir sua primeira unidade da franquia em 2009. Hoje já são oito lojas em funcionamento e duas a serem inauguradas até o próximo ano.
Com a diversidade de localidades, o empresário investiu em campanhas isoladas, de acordo com as peculiaridades de cada região. “Em um shopping mais popular, ataco com promoções voltadas a preços, fazendo combos para atrair clientes. Nas lojas que atendem os públicos A e B, foco em produtos diferenciados apesar dos preços mais altos”. Como destaca, o padrão de atendimento da marca é seguido, mas o trabalho ocorre de forma diferente em cada loja.
Para o empresário, o importante é ter atenção ao que está em volta de cada loja. “Faço parceria com concessionárias, escolas e agências bancárias que tem na região, oferecendo pacotes fechados para os funcionários”, explica.

Participe ativamente do negócio

O casal Ricardo Moura Gois e Mônica Carla Gois nunca trabalhou tanto desde que adquiriu uma franquia. “Mesmo com uma franquia conceituada não se pode dar ao luxo de abandonar o balcão”, afirma o dono de sete lojas da Água de Cheiro.
Gois acredita que o grande erro de novos franqueados é acreditar que as coisas acontecem sozinhas. “Hoje, mesmo depois de 20 anos como franqueado da Água de Cheiro, permaneço tocando de perto cada uma das unidades", conta.
O empresário diz que divulgação regional da marca é um impulso para mais vendas. “Nossas lojas são todas em Aracajú, cidade com 500 mil habitantes e temos a meta de chegar a uma loja para cada 7 mil habitantes”, projeta. Ele conta, ainda, que a visibilidade da marca faz com que surjam muitos convites para abrir novas lojas na cidade.

Fonte: Revista Exame PME

SP terá uma empresa a cada 17 habitantes em 2020, diz Sebrae



São paulo - O empreendedorismo deve crescer no estado de São Paulo. É o que aponta o levantamento Cenários 2020, do Sebrae/SP, divulgado nesta quinta-feira (2/2),. A quantidade de habitantes por micro e pequena empresa deve saltar de 22 para 17. Segundo as informações, o estado deve se aproximar de países mais empreendedores como Espanha e Itália, que tem 15 e 17 habitantes para cada PME, respectivamente. Nos Estados Unidos, essa taxa é de 10 pessoas por empresa
O relatório apresenta tendências que podem influenciar o universo das micro e pequenas empresas paulistas nos próximos anos e traça um cenário sobre a evolução dos negócios de micro e pequeno porte até 2020. A intenção é subsidiar instituições que trabalham com este público.
A expectativa é uma crescente participação de mulheres na População Economicamente Ativa (PEA) de São Paulo, que deve saltar de 45% para 49%. O público feminino à frente de empreendimentos tende a um crescimento ainda mais visível: deve passar de 31%, em 2009, para 42%, em 2020. Para o mesmo período, a participação das mulheres que trabalham por conta própria (sem empregados) deverá crescer de 38% para 47%.
A última Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Ibge), realizada em 2009, destaca 1,1 milhão de empregadores e 3,3 milhões de empreendedores que trabalham por conta própria em São Paulo. A expectativa do estudo realizado pelo Sebrae é que esses números cheguem a 1,5 milhão e 3,7 milhão, respectivamente, em 2020.
De acordo com o Sebrae, há 657 mil pessoas com intenção de iniciar um negócio em um ano. Em 2020, os candidatos a empreendedor devem chegar a 787 mil. Estima-se que atualmente a população empreendedora do estado de São Paulo é da ordem de 5 milhões de pessoas e deve alcançar 6 milhões em 2020.
Setores
Com uma tendência de aumento percebida nos últimos anos, o setor de serviços deve permanecer aquecido. A pesquisa também relaciona atividades com maior presença em cada setor. No comércio, 9,9% estão nas mãos do varejo de vestuário, que registra um crescimento de 4,9% ao ano no número de MPEs. Seguem-se varejo de materiais de construção, com participação de 6,5% e crescimento médio anual de 3,1%, e comércio de autopeças, que detém 6,6% do setor e cresce 3,4% por ano.
Em serviços, a alimentação ocupa a primeira posição no ranking de participações, com 19,4% e crescimento de 3,3% por ano, seguida de serviços de escritório e apoio administrativo, com 11,% do setor e presença aumentada em 6,7%. Transporte terrestre detém 9,2% dos serviços e cresce 4,8%.
Quando se trata de indústria, a construção representa 15,3% da quantidade de micro e pequenas empresas, com taxa de crescimento de 8,8%, seguida da confecção de artigos de vestuário, com 14% de participação e 1,7% de aumento por ano. Serviços especializados em construção vem na sequência e têm 12,4% do setor industrial, aumentando 15,5% ao ano


Fonte: Revista Exame PME

7 documentos que sua empresa deve ter sempre em dia



Irregularidades no CNPJ e alvará, por exemplo, podem levar até ao fechamento do negócio

São Paulo - A burocracia para abrir um negócio exige que o empresário esteja atento a uma série de detalhes, documentos, registros e taxas. Porém, depois de consolidada a empresa, ainda é preciso ficar de olho em diversas papeladas.
Como destaca a consultora jurídica do Sebrae-SP, Sandra Fiorentini, há documentos que precisam estar à disposição da fiscalização. “Caso o empreendimento não esteja com tudo em dia, pode ser autuado e correr o risco de receber uma multa ou até ter a empresa fechada”.
De acordo com o professor de Administração da ESPM Adriano Gomes, alguns desses dados são específicos ao ramo de atuação da empresa. “Depende do setor ao qual a empresa está ligada. Aquelas relacionadas a cosméticos, por exemplo, precisarão de licenças especiais na Anvisa. Dependendo do tipo de mercadoria a ser comercializada, é necessária uma autorização do Exército e das Polícias Federal e Civil.”
Veja quais são os documentos que não podem faltar a todo negócio, desde licenças de funcionamento até documentos contábeis e fiscais.
1. Alvará
É a autorização que toda empresa tem para funcionar e obedece a critérios municipais. “Para conseguir a autorização, é preciso verificar se o local do imóvel está regularizado, se há o habite-se, se as planta está regularizada junto à prefeitura, se a lei de zoneamento permite determinada atividade naquela região”, esclarece Sandra.
O alvará deve ser renovado periodicamente, o que também varia em cada cidade – em algumas o prazo é de 1 ano, em outras, de 2 anos. Isso é resolvido junto à cada prefeitura. “Sem o documento, a empresa pode ser fechada a qualquer momento."
2. CNPJ
O Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica é essencial e funciona como um RG da empresa. “Sem ele não é possível fazer nada, nem mesmo emitir nota fiscal. Além disso, a falta deste documento dificulta a compra e venda com outras empresas”, explica a consultora. Qualquer débito em aberto junto à Receita Federal, como a ausência de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, pode levar à suspensão ou restrição do CNPJ.
Para saber se a sua empresa tem irregularidades, consulte o site do órgão federal. Lá também há a possibilidade de realizar pagamentos, parcelar tributos ou imprimir certidões negativas de débito.
3. Inscrição estadual e municipal
Toda empresa de comércio ou indústria precisa ter um cadastro junto à Secretaria de Fazenda do seu estado. No caso das prestadoras de serviço, este registro deve ser feito pelo município. Os motivos que levam a restrições nesta documentação são semelhantes aos do CNPJ, porém, na esfera estadual e municipal. “Basta fazer uma consulta no site da secretaria local e verificar como está a situação da indústria ou comércio. Caso haja irregularidades, basta procurar o órgão para verificar como sanar o problema”, destaca a consultora do Sebrae/SP.
4. Relação Anual de Informações Sociais
A Rais, ou Relação Anual de Informações Sociais, diz respeito à contratação de pessoas e controla as atividades trabalhistas no país. A entrega do documento é obrigatória todo ano, mesmo que não haja contratações. A única excessão são empreendedores individuais, que estão dispensados da entrega.
A relação pode ser enviada pela internet, no site do Ministério do Trabalho e Emprego. Em caso de ausência, a empresa é multada. A taxa é calculada pelos dias de atraso, levando em consideração a quantidade de empregados omitidos – até 30 dias, o valor por empregado é de 4,47 reais, e aumenta conforme o tempo.
5. Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
O Caged, ou Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, é a forma pela qual o Ministério do Trabalho controla quem foi demitido e admitido. No site do órgão é possível preencher o formulário. Em caso de não entregar o documento, o empresário precisa justificar e também está sujeito a uma multa.
6. Livros
Toda empresa deve manter documentos que registram as atividades contábeis no local. São os livros diário, razão, entradas e saídas. Como explica o professor da ESPM, no primeiro devem constar todas as movimentações dentro da empresa, como compras, vendas, pagamentos e recebimentos. O livro razão enumera por tipo de pagamento (banco, caixas ou fornecedores) as movimentações. Entradas e saídas dizem respeito às compras de estoque e vendas de produtos realizadas. “Esses balanços são normalmente cedidos à fiscalizações e não podem se contradizer”, diz Gomes.
7. Guias
Também deve estar na mão a Guia de Recolhimento do FGTS (Gefip). Ela deve ser entregue mensalmente e pode ser preenchida no site da Receita Federal. Basta informar os dados da empresa e dos trabalhadores, os fatos geradores de contribuições previdenciárias e os valores devidos ao INSS, bem como as remunerações dos trabalhadores. Outro documento importante é a Guia da Previdência, que comprova o pagamento anual da Contribuição Sindical Patronal e  também deve estar sempre em dia.

Fonte: Revista Exame PME

7 documentos que sua empresa deve ter sempre em dia



Irregularidades no CNPJ e alvará, por exemplo, podem levar até ao fechamento do negócio

São Paulo - A burocracia para abrir um negócio exige que o empresário esteja atento a uma série de detalhes, documentos, registros e taxas. Porém, depois de consolidada a empresa, ainda é preciso ficar de olho em diversas papeladas.
Como destaca a consultora jurídica do Sebrae-SP, Sandra Fiorentini, há documentos que precisam estar à disposição da fiscalização. “Caso o empreendimento não esteja com tudo em dia, pode ser autuado e correr o risco de receber uma multa ou até ter a empresa fechada”.
De acordo com o professor de Administração da ESPM Adriano Gomes, alguns desses dados são específicos ao ramo de atuação da empresa. “Depende do setor ao qual a empresa está ligada. Aquelas relacionadas a cosméticos, por exemplo, precisarão de licenças especiais na Anvisa. Dependendo do tipo de mercadoria a ser comercializada, é necessária uma autorização do Exército e das Polícias Federal e Civil.”
Veja quais são os documentos que não podem faltar a todo negócio, desde licenças de funcionamento até documentos contábeis e fiscais.
1. Alvará
É a autorização que toda empresa tem para funcionar e obedece a critérios municipais. “Para conseguir a autorização, é preciso verificar se o local do imóvel está regularizado, se há o habite-se, se as planta está regularizada junto à prefeitura, se a lei de zoneamento permite determinada atividade naquela região”, esclarece Sandra.
O alvará deve ser renovado periodicamente, o que também varia em cada cidade – em algumas o prazo é de 1 ano, em outras, de 2 anos. Isso é resolvido junto à cada prefeitura. “Sem o documento, a empresa pode ser fechada a qualquer momento."
2. CNPJ
O Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica é essencial e funciona como um RG da empresa. “Sem ele não é possível fazer nada, nem mesmo emitir nota fiscal. Além disso, a falta deste documento dificulta a compra e venda com outras empresas”, explica a consultora. Qualquer débito em aberto junto à Receita Federal, como a ausência de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, pode levar à suspensão ou restrição do CNPJ.
Para saber se a sua empresa tem irregularidades, consulte o site do órgão federal. Lá também há a possibilidade de realizar pagamentos, parcelar tributos ou imprimir certidões negativas de débito.
3. Inscrição estadual e municipal
Toda empresa de comércio ou indústria precisa ter um cadastro junto à Secretaria de Fazenda do seu estado. No caso das prestadoras de serviço, este registro deve ser feito pelo município. Os motivos que levam a restrições nesta documentação são semelhantes aos do CNPJ, porém, na esfera estadual e municipal. “Basta fazer uma consulta no site da secretaria local e verificar como está a situação da indústria ou comércio. Caso haja irregularidades, basta procurar o órgão para verificar como sanar o problema”, destaca a consultora do Sebrae/SP.
4. Relação Anual de Informações Sociais
A Rais, ou Relação Anual de Informações Sociais, diz respeito à contratação de pessoas e controla as atividades trabalhistas no país. A entrega do documento é obrigatória todo ano, mesmo que não haja contratações. A única excessão são empreendedores individuais, que estão dispensados da entrega.
A relação pode ser enviada pela internet, no site do Ministério do Trabalho e Emprego. Em caso de ausência, a empresa é multada. A taxa é calculada pelos dias de atraso, levando em consideração a quantidade de empregados omitidos – até 30 dias, o valor por empregado é de 4,47 reais, e aumenta conforme o tempo.
5. Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
O Caged, ou Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, é a forma pela qual o Ministério do Trabalho controla quem foi demitido e admitido. No site do órgão é possível preencher o formulário. Em caso de não entregar o documento, o empresário precisa justificar e também está sujeito a uma multa.
6. Livros
Toda empresa deve manter documentos que registram as atividades contábeis no local. São os livros diário, razão, entradas e saídas. Como explica o professor da ESPM, no primeiro devem constar todas as movimentações dentro da empresa, como compras, vendas, pagamentos e recebimentos. O livro razão enumera por tipo de pagamento (banco, caixas ou fornecedores) as movimentações. Entradas e saídas dizem respeito às compras de estoque e vendas de produtos realizadas. “Esses balanços são normalmente cedidos à fiscalizações e não podem se contradizer”, diz Gomes.
7. Guias
Também deve estar na mão a Guia de Recolhimento do FGTS (Gefip). Ela deve ser entregue mensalmente e pode ser preenchida no site da Receita Federal. Basta informar os dados da empresa e dos trabalhadores, os fatos geradores de contribuições previdenciárias e os valores devidos ao INSS, bem como as remunerações dos trabalhadores. Outro documento importante é a Guia da Previdência, que comprova o pagamento anual da Contribuição Sindical Patronal e  também deve estar sempre em dia.

Fonte: Revista Exame PME

Lidere e não erre



O holandês Freek Vermeulen, professor da London Business School e um dos principais pensadores de gestão da atualidade, fala sobre como evitar erros ao liderar


Seu livro mostra com bastante evidências que os CEOs também cometem muitos erros. Não é arriscado deixar a definição da estratégia da empresa apenas em suas mãos?

Freek - Há cerca de 15 anos, eu era consultor de uma empresa e acreditava que essa decisão deveria ser democrática, com o envolvimento de todos os setores da companhia, mas não acredito mais nisso hoje. É papel da chefia máxima tomar decisões muito claras sobre o que fica dentro e o que fica de fora da estratégia. Claro que um bom CEO vai perguntar à sua volta a opinião das pessoas, mas isso não é uma tomada de decisão democrática, na minha opinião, mas uma decisão da chefia. Não sou a favor de todo mundo votar qual é a estratégia, mas também sou contra uma pessoa sozinha atrás da mesa decidir tudo. Um bom CEO se deixa ser influenciado pelas boas ideias de outras pessoas.

O que o fez mudar de opinião?

Freek - O processo democrático, assim como na esfera política, depende de compromisso e a construção de um consenso, o que pode levar a uma estratégia não muito clara ou ambígua. Às vezes, as melhores medidas em relação à estratégia não são necessariamente as mais populares. No livro, dou o exemplo da CNN, que foi o primeiro canal a transmitir notícias sete dias por semana. No início, talvez as pessoas não estivessem convencidas de que isso poderia ter futuro, mas foi preciso que o CEO tomasse a decisão. E acho que, se essas coisas passassem por um processo democrático, não teria funcionado.

Como vê o papel das reuniões estratégicas nesse processo?

Freek - Quando as pessoas vão para as reuniões discutir os próximos passos da empresa, em vez de irem abertas para ouvir seus colegas, elas já vão com a intenção de convencê-los das suas próprias ideias. Uma das primeiras reuniões estratégicas de que participei foi em uma empresa jornalística. Fiquei surpreso ao ver que, antes mesmo de qualquer debate, grupos menores já estavam formados: um achava que a companhia deveria abrir capital, outro, que os negócios deveriam ser diversificados, e assim por diante. Portanto, é claro que a disputa de interesses vai interferir nas decisões e é aí que entra o meu ponto de não acreditar em processos democráticos. Considero essas reuniões um bom momento para as pessoas colocarem as suas ideias, mas quem decide é o CEO. Não é possível agradar a todo mundo, mas, se as pessoas virem que o processo é justo, irão se sentir motivadas mesmo que não concordem com o resultado. Então, para o processo, as reuniões estratégicas são muito importantes.

Fonte: Revista Você S/A

Consumidor escolhe Natura como marca que mais contribui para o mundo

Rio de Janeiro - A Natura, a Ypê e a Petrobras lideram o ranking das marcas que mais contribuem para um mundo melhor, segundo o estudo “Quem me inspira”, produzido pela Giacometti.
As empresas ocupam o topo da listagem de respostas espontâneas dos consumidores para a pergunta “Quais as empresas que mais contribuem para um mundo melhor?”, com índices de 25%, 15% e 14%, respectivamente. A pesquisa foi realizada em duas etapas com 400 cidadãos de São Paulo, das classes AB e C, entre 18 e 40 anos.
O Itaú aparece na quarta posição com 11%, seguido pela Vale (10%), Bradesco (8%), Nestlé (8%) e Banco do Brasil (5%). O Pão de Açúcar e a Sabesp ocupam as duas últimas colocações, com índices de 5% e 4%, respectivamente.
Entre os fatores que os entrevistados mencionaram para justificar sua decisão estão a preocupação com a responsabilidade ambiental (69%) e social (58%), doações e fundações (32%), além da ajuda aos colaboradores (11%). A geração de empregos e o patrocínio aos esportes foram lembrados por 2% dos participantes, a frente do auxílio a portadores de necessidades especiais (1%).
A pesquisa também aponta as personalidades brasileiras que inspiram os entrevistados. Em primeiro lugar está o ex-presidente Lula (19%), seguido pelo apresentador Silvio Santos (10%).
A cantora Ivete Sangalo e o ex-jogador Ronaldo compartilham o percentual de 6%, a frente de Marta Suplicy, José Serra, Jô Soares e Xuxa, empatados com 4% das opiniões. Pelé aparece na nona colocação, com 3%, seguido de Luciano Huck, admirado por 2% dos participantes da pesquisa.
Entre os atributos mencionados pelos entrevistados para justificar suas opiniões em relação aos famosos, a humildade lidera com 44%, a frente do quesito vida sem escândalos (15%), honestidade (13%), a qualidade de ser uma pessoa batalhadora (12%) e a transparência (11%).
Quando o assunto é esporte, os atletas com carreiras mais inspiradoras para os brasileiros são Ronaldo Fenômeno (34%), Pelé (15%), Kaká (13%), Ronaldinho Gaúcho (10%), Robinho (11%), Ayrton Senna (7%), Dentinho (5%) e Neymar (5%).
As razões indicadas pelos consumidores para a admiração dos atletas são o talento (41%), o fato de terem vencido obstáculos (20%), a humildade (20%), a luta por igualdade (16%) e pela representação do Brasil (7%). Também foram mencionadas qualidades como inteligência (5%), poder de influenciar outras gerações (5%), caráter revolucionário (3%) e riqueza (2%).

Fonte: Revista Exame

Controle a TPM no trabalho



Só uma mulher sabe como é difícil manter os nervos controlados em dias de TPM. É preciso buscar ao máximo equilíbrio — e evitar surtos — para não deixar o ambiente de trabalho impraticável

Pedir para uma executiva assumir que tem tensão pré-menstrual no ambiente de trabalho parece quase assédio moral. Três toparam falar sobre o assunto.

Doreen Hissette é gerente financeira da British Telecom e cuida das contas globais para a América Latina. Precisa garantir as metas atuais da multinacional, o que gera muita tensão em época de virada de orçamento. Ela assume que já teve de se tratar por causa de uma gravíssima crise de TPM. "Eu podia morder o nariz de alguém (risos). Mas hoje me sinto bem mais tranquila. Passar pelo problema ajuda a entender a TPM de outras mulheres, a se pôr no lugar do outro e saber negociar de forma adequada com quem não está num dia bom", diz.

"Já briguei com um pedaço de bacon ao fritá-lo porque ele ia se enrolando por causa do calor. Batia na frigideira e ele não fazia o que eu queria. Hoje dou risada da situação e minha família se diverte com a história." Doreen acredita que as executivas sabem lidar com a TPM, se conhecem e se respeitam, evitando embates mais sérios nesses dias, senão elas não estariam onde estão.
Thaís Helena Martinelli, sócia-diretora da i9Pós, empresa de tecnologia, setor majoritariamente masculino, se diz privilegiada por não sentir os efeitos da TPM. Atenção: registre-se isso entre os que trabalham com ela. "Antes de nascer não passei na fila da TPM. O problema é quando há profissionais que deixam esse ‘período obscuro’ influenciar nas atividades, na execução de projetos, ficando ausentes de reuniões e até mesmo gerando conflitos internos."

Quer dizer então que nos ambientes corporativos mulheres como Thaís já conseguem controlar completamente as emoções, os hormônios e as lágrimas em momentos de tensão extrema? "Vejo que as mulheres estão demonstrando menos suas fraquezas e estão mais preparadas para receber notícias ruins e aceitar feedback mais negativos, mantendo um comportamento racional", acredita Thaís.

Malu França
conviveu em dois ambientes de trabalho bem distintos. Hoje é diretora de relacionamento do Sheraton São Paulo WTC, mas já trabalhou por 20 anos no mercado fonográfico, divulgando artistas nacionais e internacionais. Sempre se saiu bem. Motivo: "não tenho TPM", ou seja, é outra da turma que diz passar longe da crise. Mas dedura as colegas. Ela lembra que conheceu uma moça que chegou a se trancar numa sala e se deitar no chão em um dia de crise, sem condições de trabalhar.

"Isso não pode acontecer, perde-se o andamento do trabalho". Malu assume que, sim, tem um dia do mês que se sente mais fragilizada, mas nada de fazer cena, porque seu diferencial é o bom humor. Ela acredita que, se a TPM for realmente grave, a funcionária tem de ir ao médico e se tratar. "Trabalhei em ambiente mais informal e a tendência era as pessoas se soltarem mais. No mundo corporativo, as mulheres são mais racionais e sabem que é preciso ter postura."

Para a executiva, a mulher tem de se dar ao respeito em ambientes coletivos. Da mesma maneira que o homem, aliás. Na dúvida, se tranque no banheiro, chore baixinho, retoque a maquiagem, volte para sua mesa e finja que nada aconteceu.

Fonte: Revista Você S/A

Dinheiro bem cuidado

Cresce o número de pessoas que buscam certificação para se tornar planejadores financeiros


Contratar um especialista para ajudar na organização das finanças pessoais é um serviço que está se tornando mais acessível ao brasileiro. nos estados Unidos, é comum profissionais em meio de carreira ou famílias inteiras contratarem uma assessoria financeira.

O consultor atua em momentos específicos, como quando o filho do casal nasce e a família precisa planejar a poupança para ele ou ela cursar a faculdade, que nos estados Unidos é paga.

Em outros casos, o assessor financeiro age como um conselheiro de investimentos sempre que o contratante quer refazer seu portfólio. nos últimos anos, a renda do brasileiro cresceu e, consequentemente, o consumo e os investimentos também. apesar de a maior parte das aplicações financeiras estar concentrada na poupança, há mais gente investindo em ações e planos de previdência. e há muitas pessoas endividadas.

Diante desse cenário, aumentou o número de profissionais que buscam certificação como planejador financeiro. De acordo com o instituto Brasileiro de certificação de Profissionais Financeiros (iBcPF), de dezembro de 2010 a setembro de 2011 houve um aumento de 50% no total de planejadores financeiros, chegando a 714 especialistas. o planejador é um multiespecialista que ajuda tanto na renegociação das dívidas quanto no planejamento da aposentadoria.
Embora não existam estudos que mostrem que é possível fazer seu dinheiro render ao contratar um deles, com certeza você aprenderá a usar melhor sua grana. o preço dessa orientação pode variar, mas o custo médio fica em 125 reais por hora.

A certificação dos planejadores financeiros não é obrigatória, mas é recomendável. antes de receber o certificado, o profissional passa por um teste prático, que custa 800 reais, que trata de temas como previdência complementar, investimentos, seguros, planejamento sucessório e tributário, e ética profissional. Além disso, ele deve ter trabalhado em instituições financeiras. A certificação é renovada a cada dois anos.

Fonte: Revista Você S/A

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Receita libera o terceiro lote de restituições do IR 2012



Brasília - A Receita Federal abre hoje (8), às 9h, a consulta terceiro lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2012. Serão creditadas restituições para 2.286.395 contribuintes, com correção de 3,06%. O dinheiro será depositado no banco na próxima quarta-feira (15). Para saber se está no lote, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para o Receitafone (146).
Também há restituições que caíram na malha fina em 2011, 2010, 2009 e 2008. No total, serão depositados R$ 2,2 bilhões, dos quais R$ 2,134 bilhões se referem ao exercício de 2012.
Para o exercício de 2011, serão creditadas restituições para 16.051 contribuintes, com correção de 13,81%. Do lote de 2010, serão creditadas restituições para 7.664 contribuintes, corrigidas em 23,96%. Em relação ao lote residual de 2009, serão creditadas restituições para um total de 5.427 contribuintes, corrigidas em 32,42%. No caso do de 2008, serão creditadas restituições para 2.582 contribuintes, com correção de 44,49%.
Se a restituição não for creditada no banco, o contribuinte poderá entrar em contato com qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento da instituição por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (pessoas com deficientes auditivos), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

Fonte: Exame PME